Última matéria enviada em 31/10/2018 - Matéria acessada: 109 vezes
Agroturismo de São Pedro Frio na pauta de reunião do dia 31 de outubro

A agricultura e as belezas naturais da região de São Pedro Frio, situada a cerca de 40 quilômetros da sede de Colatina serão as pautas da reunião que vai acontecer amanhã, 31 de outubro, às 8 horas no auditório do Incaper (Instituto Capixaba de Pesquisa e Extensão Rural), com as participações de entidades ligadas à área rural e também de turismo.

O objetivo é definir diretrizes e discutir estratégias para a realização de um plano de divulgação para chamar a atenção dos colatinenses para as potencialidades da região. Elas serão a base para uma reunião que já está marcada para acontecer no dia 9 de dezembro, em São Pedro Frio, e que contará com a participação dos produtores locais.

Vão participar da reunião amanhã os secretários Municipais de Cultura e Turismo (Semcult), Thaís Rodrigues, e de Desenvolvimento Rural (Semder), Lauristone da Silva; e também representantes do Incaper, Sebrae (Serviço de Apoio a Micro e Pequena Empresa), e dos Sindicatos Patronal Rural (SPR) e dos Trabalhadores Rurais (STR).

Potencial

São Pedro Frio é o cantinho aconchegante de Colatina, um município conhecido por suas altas temperaturas, com calor para ninguém botar defeito, e fazendo a população sofrer muito no verão. É a prova que a nossa terrinha também tem seu cantinho de clima de montanha e considerado um paraíso. Enquanto o inverno nos outros locais do município gira em torno de 25º C, temperatura considerada agradável, o clima de São Pedro atinge uma média melhor ainda, em torno de 18º, e podendo atingir até abaixo disso.

São muitos os atrativos da região serrana colatinense. Belas paisagens podem ser vistas em diversos pontos, principalmente quando se descortina o alvorecer e o nascer do sol. A Serra da Cangalha considerada o ponto mais alto, com seus 900 metros de altitude, é uma referência. São muitas as pedras de formatos diferentes espalhadas pelo lugar. A mais famosa é a da “Baleia”, esculpida pela natureza com formato do animal marinho, que fica numa serra na propriedade da família Mantai.

A região já é conhecida como “Suíça colatinense” e ainda tem remanescentes de mata atlântica. Há matas e cachoeiras a serem exploradas. A vista é deslumbrante também para quem passa pela estrada no inverno, que pode admirar as dezenas de quaresmeiras e samambaias espalhadas ao longo do percurso.

O estresse não tem vez em São Pedro Frio. Os cenários deslumbrantes são ideais para piqueniques, acampamentos, com a família ou amigos, e até mesmo para fazer retiros para meditação, tudo para se desligar do mundo em clima de muita paz e harmonia com a natureza.

Aos visitantes é aconselhável levar alimentação e água, porque o local ainda carece de uma boa infraestrutura. Os que já conhecem e freqüentam desde criança apostam nos desenvolvimentos dos turismos rural e ecológico. Quem tem uma propriedade na região não quer vender e quem não tem quer comprar.

Para chegar na “Suiça colatinense”, o motorista deve seguir pela BR-259, no sentido Colatina-Baixo Guandu, e cerca de 800 metros depois passar pelo Ifes (Instituto Federal do Espírito Santo) e entrar à direita. Deve ir direto numa estrada vicinal até chegar à Vila de São João Grande e entrar à esquerda. Continuar, e nos cruzamentos que surgirem pelo caminho pegar sempre à direita até chegar à Barra de São Pedro Frio. Ir direto à sede de São Pedro Frio e, caso queira ir até o ponto mais alto da comunidade, na Serra da Cangalha, deve entrar à direita.

No lugarejo as famílias vivem basicamente da agropecuária, e com muito calor humano e hospitalidade à espera dos visitantes. Na área da agricultura, há destaque para produção de frutas e hortigranjeiros. Destaque para as uvas das espécies Niágara, Rosada e a Isabel. Tem criação de galinha caipira e também ovo caipira. Goiaba, pitaya e lichia são as referências na fruticultura. Também tem horta orgânica.

O Polo de uva de São Pedro surpreende quem não conhece o clima do lugar, por considerar impensável que Colatina, por ser muito quente,  não possa produzir a fruta. Mas quem conhece entende que é possível sim, e ainda por cima uvas de boa qualidade. O Polo surgiu como alternativa no agronegócio, com baixo custo de produção e boa valorização no mercado brasileiro. E daí para a frente toneladas estão sendo produzidas a cada ano.

Ela pode ser utilizada não só para o consumo in natura como também para vinhos, sucos, geleias, e uma série de outras possibilidades na gastronomia. Só no ano passado, os dois maiores  produtores de uva da região, juntos, somaram 25 toneladas.

Fonte: Prefeitura Municipal de Colatina

 
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